Resumo rápido: em um time de 8 pessoas, usamos Moving Motivators para explicitar
motivadores (Liberdade, Status, Maestria etc.). A média do grupo revelou objetivos semelhantes,
reduzindo conflitos percebidos e aproximando pares vistos como “opostos”. Introdução Neste artigo, vou falar sobre como foi conduzir a prática Moving Motivators no Biopark, com o objetivo de lidar com conflitos e melhorar o engajamento da equipe.
Contexto da Equipe A equipe tinha 8 pessoas, funcionários do Biopark e estudantes de gestão de projetos, desafiados a desenvolver
duas soluções ligadas a logística e investimentos ao longo de quase 1 ano.
Houve desafios de engajamento e entendimento do negócio, equilibrando estudo e prática.
Introduzimos conteúdos de agilidade e referências do Management 3.0 para fortalecer o aspecto comportamental.
Com o avanço dos projetos, somamos práticas de gestão e comportamentais para elevar a qualidade técnica e de colaboração.
Explicação da Prática A prática busca entender o que nos motiva diariamente e como esses motivadores orientam decisões.
Usamos: Relacionamento, Status, Curiosidade, Aceitação, Metas, Honra, Maestria, Liberdade, Ordem e Poder.
É um guia: cada pessoa pode sugerir motivadores adicionais, mantendo-os genéricos para comparação.
Por que decidi usar esta prática? Recebi relatos de conflitos possivelmente ligados a motivações distintas entre perfis muito diferentes.
Queríamos identificar motivadores individuais e a média do time para entender contribuições e sinergias.
Como usei esta prática? Em contexto remoto, expliquei a prática e sua importância para autoconhecimento, sinergia e decisões.
Cada pessoa preencheu um modelo em Excel individualmente e enviou por e-mail.
Modelo do Excel usado pela equipe Depois, todos compartilharam e explicaram seus principais pontos. Consideramos como contexto o trabalho no Biopark,
marcando motivadores em positivo/negativo. Como a prática veio após o Mapa Pessoal ,
refletiu muitas percepções já discutidas — e diferenças relevantes (ex.: Liberdade vs. Status ).
Ao calcular a média da equipe , os motivadores ficaram próximos, mostrando objetivos similares
e reduzindo a percepção de antagonismo. Curiosamente, pares “opostos” tinham motivadores parecidos,
o que facilitou pontes e melhor convivência.
Minhas aprendizagens como facilitador O grupo era diverso em experiência e idade. Foi valioso notar como contexto pessoal altera motivadores
e como havia sinergias não percebidas. A prática reforçou seu uso para resolver conflitos e alinhar expectativas.
Próximos Experimentos com Esta Prática Após debater motivações com Moving Motivators, recomendo criar a Matriz de Competências da Equipe para conectar motivações às competências (soft/hard) a desenvolver.
Sugiro repetir a prática depois de um tempo para medir impacto das ações no indivíduo.
Referências Obs.: Artigo elaborado como parte do processo para a certificação Management 3.0 Practitioner.